(contribuição de nossa companheira de Chá Goreth)
Somos mais que professores;
Somos mais que educadores;
Somos vendedores de sonhos.
Vendemos sonhos para o abatido se animar.
Para o tímido ousar, para o anisioso se tranquilizar,
Para o poeta se inspirar e para o pensador criticar e criar.
Sem sonhos, somos servos!
Sem sonhos obedecemos ordens!
Que vocês... sejam grandes sonhadores!
E se sonharem, não tenham medo de caminhar!
E se caminharem,não tenham medo de tropeçar!
E se tropeçarem,não tenham medo de chorar.
Levantem-se,pois não há caminho sem acidentes.
Dêem sempre uma nova chance para si mesmos.
Pois a liberdade só é real se após falharmos,
Existir o direito de recomeçar...
Augusto Cury
Mais um dia!!!
O Chá Pedagógico parabeniza a todas e todos que se comprometem com sua missão de educador, de semeadores de esperanças e motivadores de sonhos.
Para vocês uma contribuição de nossa companheira de Chá Patrícia Roberta.
QUEM É ?
Quem é este estranho personagem? Homem ou mulher, velho ou moço,
Que em sua ação é ao mesmo tempo músico e regente? Quem é esta estranha figura que em seu trabalho chora e ri, fala e escuta, conta e encanta? Quem é este ator que precisa entusiasmar o grupo e ao mesmo tempo atender ao apelo individual? Precisa manter a ordem sem perder a serenidade; falar a todos, ouvindo cada um?
Quem é este estranho personagem? Que possui a indômita magia para
ajudar a todos a desabrochar e se expressar, aprender e se transformar, construir e sonhar? Quem é este estranho malabarista que necessita se equilibrar entre conteúdos e competências, limitando excessos, favorecendo autonomia, acordando inteligências provocando pensamentos? Quem é este anjo que empresta a filho dos outros o tempo que para os seus não tem e que, cobrado pelos desafios da vida, sempre dura, não consegue apagar a emoção que a rotina propicia?
Quem é este estranho personagem? Que necessita sempre resolver, saber, decidir, propor, desafiar, sem oportunidade de perder o instante, sem o recurso de deixar para depois? Quem possui essa aura para, esgotado, renovar esforços; combalido, encontrar energia? Quem pode, ao entrar em cada classe, refazer-se novo, como se aquela fosse a única?
Quem é este estranho personagem?
Que aprende a empatia que ensina, pratica a solidariedade que prega, administra a progressão do currículo que deseja, avalia com olhar abrangente, vibra com sucessos que não são seus? Quem é este distribuidor de sementes que não colhe para uso próprio os frutos que plantou?
Quem é este estranho personagem?
Quem é este teimoso otimista que confia no aluno, que acredita no amanhã, que espera sempre pelo sonho?
Quem é este estranho personagem?
Se ignorar a resposta, busque-a no espelho, prezado professor...
Celso Antunes
Educador
Para vocês uma contribuição de nossa companheira de Chá Patrícia Roberta.
QUEM É ?
Quem é este estranho personagem? Homem ou mulher, velho ou moço,
Que em sua ação é ao mesmo tempo músico e regente? Quem é esta estranha figura que em seu trabalho chora e ri, fala e escuta, conta e encanta? Quem é este ator que precisa entusiasmar o grupo e ao mesmo tempo atender ao apelo individual? Precisa manter a ordem sem perder a serenidade; falar a todos, ouvindo cada um?
Quem é este estranho personagem? Que possui a indômita magia para
ajudar a todos a desabrochar e se expressar, aprender e se transformar, construir e sonhar? Quem é este estranho malabarista que necessita se equilibrar entre conteúdos e competências, limitando excessos, favorecendo autonomia, acordando inteligências provocando pensamentos? Quem é este anjo que empresta a filho dos outros o tempo que para os seus não tem e que, cobrado pelos desafios da vida, sempre dura, não consegue apagar a emoção que a rotina propicia?
Quem é este estranho personagem? Que necessita sempre resolver, saber, decidir, propor, desafiar, sem oportunidade de perder o instante, sem o recurso de deixar para depois? Quem possui essa aura para, esgotado, renovar esforços; combalido, encontrar energia? Quem pode, ao entrar em cada classe, refazer-se novo, como se aquela fosse a única?
Quem é este estranho personagem?
Que aprende a empatia que ensina, pratica a solidariedade que prega, administra a progressão do currículo que deseja, avalia com olhar abrangente, vibra com sucessos que não são seus? Quem é este distribuidor de sementes que não colhe para uso próprio os frutos que plantou?
Quem é este estranho personagem?
Quem é este teimoso otimista que confia no aluno, que acredita no amanhã, que espera sempre pelo sonho?
Quem é este estranho personagem?
Se ignorar a resposta, busque-a no espelho, prezado professor...
Celso Antunes
Educador
PARABÉNS PROFESSOR (AS)!
Porque Deus criou os mestres
Cleunice M. Rehem
“Quando Deus criou os mestres
Sabia que a gente ia precisar
das lições de amor e de fé
que só eles sabem dar;
sabia que a gente ia precisar
de quem ensinasse, sorrindo ou chorando,
mas amando sempre,
que a vida é o Dom mais precioso que se tem;
Sabia que a gente ia precisar
de quem nos repreendesse com paciência e com firmeza,
de quem nos ensinasse
a aprender sem a dor,
aprender a ter esperanças,
aprender a caminhar
e caminhar sozinho.
Sobretudo Deus sabia
que a gente ia precisar de um amigo bom,
companheiro, experiente,
sabedor das profundezas humanas e que,
apesar de tudo, compreendesse e amasse.
Deus sabia
que a gente ia precisar de um guia
que refletisse sua imagem,
que falasse de amor
mesmo diante do desamor,
que expressasse a linguagem dos anjos,
mesmo usando palavras dos homens.
Deus sabia e por isto
criou os mestres,
criou um mestre como Você.”
Cleunice M. Rehem
“Quando Deus criou os mestres
Sabia que a gente ia precisar
das lições de amor e de fé
que só eles sabem dar;
sabia que a gente ia precisar
de quem ensinasse, sorrindo ou chorando,
mas amando sempre,
que a vida é o Dom mais precioso que se tem;
Sabia que a gente ia precisar
de quem nos repreendesse com paciência e com firmeza,
de quem nos ensinasse
a aprender sem a dor,
aprender a ter esperanças,
aprender a caminhar
e caminhar sozinho.
Sobretudo Deus sabia
que a gente ia precisar de um amigo bom,
companheiro, experiente,
sabedor das profundezas humanas e que,
apesar de tudo, compreendesse e amasse.
Deus sabia
que a gente ia precisar de um guia
que refletisse sua imagem,
que falasse de amor
mesmo diante do desamor,
que expressasse a linguagem dos anjos,
mesmo usando palavras dos homens.
Deus sabia e por isto
criou os mestres,
criou um mestre como Você.”
Políticas Públicas para Mulheres
ATIVIDADE PROPOSTA
ANO: 2007 PERÍODO: 06/10/2007
SUMÁRIO:
MOTIVAÇÃO(ÕES):
·Dinâmica dos Números ( Painel com envelopes numerados de 1 a 5 e perguntas relacionadas com o assunto (Políticas Públicas para Mulheres).
QUESTÕES ORIENTADORAS:
- COMPETÊNCIAS:·Valorização da figura feminina na sociedade;
- HABILIDADES:·Ouvir o colega;
·Falar expressar as suas idéias;
·Respeitar a opinião do colega;
- CONTEÚDOS:
·Produção textual (Políticas Públicas para Mulheres);
- EXPERIENCIAS DE APRENDIZAGENS:
·Dinâmica de grupo;
- AVALIAÇÃO:
·Texto produzido a partir das respostas das equipes;
- DESENVOLVIMENTO:
No encontro anterior foi proposto pesquisar sobre o tema: Políticas Públicas para Mulheres e a partir deste tema foi desenvolvido o 2º encontro do Chá Pedagógico
DINAMICA:
·Foi entregue para cada pessoa um numeral;
·As pessoas tinham que se agrupar de acordo os números e fazer a apresentação dos componentes;
·Cada equipe deverá pegar no mural o envelope correspondente ao seu número e responder a pergunta;
·Cada grupo socializará as perguntas com o grupão de acordo a ordem;
·Após a socialização colocar as perguntas e respostas no respectivo envelope;
·Produção do texto a partir das respostas dos grupos.
PERGUNTAS SUGERIDAS PARA O GRUPO:
1)Que são Políticas Públicas?
2)Por que a necessidade de haver Políticas Públicas para Mulheres?
3)Como a mulher é vista na sociedade e no mercado de trabalho?
4)Na sua opinião como solucionar o problema do preconceito contra a mulher?
5)Quais suas expectativas para o futuro da mulher?
CONCLUSÕES DO GRUPO:

1)Que são Políticas Públicas?
São políticas, leis para atender uma demanda ou determinado segmento da sociedade, voltadas para as necessidades das comunidades e dos cidadãos. Deveria existir mais respeito, seriedade, honestidade, responsabilidade e comprometimento por parte dos políticos.

2)Por que a necessidade de haver Políticas Públicas para Mulheres?
Porque mesmo estando no segundo milênio, a sociedade ainda tem uma visão da mulher da Idade Média. Mesmo havendo muitas que lutam por independência nas diversas situações como: fazer parte da política, participar das mesas de reuniões para deliberar leis, promover ações igualitárias, lutar pela conquista do seu espaço no âmbito cultural, social, econômico e científico. Ainda existem muitas que se submetem a ideologias e através das Políticas Públicas para Mulheres iremos desmistificar o papel das mulheres como domésticas, submissas e incapazes, conquistando assim, espaços profissionais independentes da sua situação de gênero.
3)Como a mulher é vista na sociedade e no mercado de trabalho?
Observa-se a desigualdade em relação à mulher no âmbito profissional, atividades que são exercidas por ambos os sexos, a mulher ainda é menos remunera que o homem e quando negra é desfavorecida e discriminada. Quando mães solteiras, vivendo a duplicidade de gêneros para o sustento da família, sendo muitas vezes privada de educar seus filhos para educar o do patrão para garantir a sobrevivência numa sociedade extremamente machista. Por conta de uma cultura ignorante, algumas ainda ensinam a seus filhos práticas de inferiorização e submissão da mulher em relação ao homem.

4)Na sua opinião como solucionar o problema do preconceito contra a mulher?
Existe a necessidade de que a própria mulher tome conhecimentos de seus direitos e se posicione na sociedade como parte geradora e não complementar. Atualmente a mulher é a maioria na educação superior e na manutenção familiar e mesmos assim a rimo se submetem as leis e posições administrativas impostas pelos homens. Não podemos esquecer da violência doméstica e o desrespeito do universo masculino. A autovalorização seria, portanto, o primeiro passo contra o preconceito a mulher em especial as mulheres negras.

5)Quais suas expectativas para o futuro da mulher?
Precisamos de Políticas mais enérgicas, para que as mulheres sejam mais valorizadas nos seus ambientes, principalmente no âmbito econômico, salário igualitários e mais respeito e que essas leis saiam do papel e a prática se sobressaia. Acreditamos que a mulher tem o poder para mudar não só a política, assim como movimentos dentro da sociedade sem a necessidade de ser presidente, pois tem senso crítico e se coloca na posição do outro e luta quando abraça uma causa.
ANO: 2007 PERÍODO: 06/10/2007
SUMÁRIO:
MOTIVAÇÃO(ÕES):
·Dinâmica dos Números ( Painel com envelopes numerados de 1 a 5 e perguntas relacionadas com o assunto (Políticas Públicas para Mulheres).
QUESTÕES ORIENTADORAS:
- COMPETÊNCIAS:·Valorização da figura feminina na sociedade;
- HABILIDADES:·Ouvir o colega;
·Falar expressar as suas idéias;
·Respeitar a opinião do colega;
- CONTEÚDOS:
·Produção textual (Políticas Públicas para Mulheres);
- EXPERIENCIAS DE APRENDIZAGENS:
·Dinâmica de grupo;
- AVALIAÇÃO:
·Texto produzido a partir das respostas das equipes;
- DESENVOLVIMENTO:
No encontro anterior foi proposto pesquisar sobre o tema: Políticas Públicas para Mulheres e a partir deste tema foi desenvolvido o 2º encontro do Chá Pedagógico
DINAMICA:
·Foi entregue para cada pessoa um numeral;
·As pessoas tinham que se agrupar de acordo os números e fazer a apresentação dos componentes;
·Cada equipe deverá pegar no mural o envelope correspondente ao seu número e responder a pergunta;
·Cada grupo socializará as perguntas com o grupão de acordo a ordem;
·Após a socialização colocar as perguntas e respostas no respectivo envelope;
·Produção do texto a partir das respostas dos grupos.
PERGUNTAS SUGERIDAS PARA O GRUPO:
1)Que são Políticas Públicas?
2)Por que a necessidade de haver Políticas Públicas para Mulheres?
3)Como a mulher é vista na sociedade e no mercado de trabalho?
4)Na sua opinião como solucionar o problema do preconceito contra a mulher?
5)Quais suas expectativas para o futuro da mulher?
CONCLUSÕES DO GRUPO:

1)Que são Políticas Públicas?
São políticas, leis para atender uma demanda ou determinado segmento da sociedade, voltadas para as necessidades das comunidades e dos cidadãos. Deveria existir mais respeito, seriedade, honestidade, responsabilidade e comprometimento por parte dos políticos.

2)Por que a necessidade de haver Políticas Públicas para Mulheres?
Porque mesmo estando no segundo milênio, a sociedade ainda tem uma visão da mulher da Idade Média. Mesmo havendo muitas que lutam por independência nas diversas situações como: fazer parte da política, participar das mesas de reuniões para deliberar leis, promover ações igualitárias, lutar pela conquista do seu espaço no âmbito cultural, social, econômico e científico. Ainda existem muitas que se submetem a ideologias e através das Políticas Públicas para Mulheres iremos desmistificar o papel das mulheres como domésticas, submissas e incapazes, conquistando assim, espaços profissionais independentes da sua situação de gênero.
3)Como a mulher é vista na sociedade e no mercado de trabalho?
Observa-se a desigualdade em relação à mulher no âmbito profissional, atividades que são exercidas por ambos os sexos, a mulher ainda é menos remunera que o homem e quando negra é desfavorecida e discriminada. Quando mães solteiras, vivendo a duplicidade de gêneros para o sustento da família, sendo muitas vezes privada de educar seus filhos para educar o do patrão para garantir a sobrevivência numa sociedade extremamente machista. Por conta de uma cultura ignorante, algumas ainda ensinam a seus filhos práticas de inferiorização e submissão da mulher em relação ao homem.

4)Na sua opinião como solucionar o problema do preconceito contra a mulher?
Existe a necessidade de que a própria mulher tome conhecimentos de seus direitos e se posicione na sociedade como parte geradora e não complementar. Atualmente a mulher é a maioria na educação superior e na manutenção familiar e mesmos assim a rimo se submetem as leis e posições administrativas impostas pelos homens. Não podemos esquecer da violência doméstica e o desrespeito do universo masculino. A autovalorização seria, portanto, o primeiro passo contra o preconceito a mulher em especial as mulheres negras.

5)Quais suas expectativas para o futuro da mulher?
Precisamos de Políticas mais enérgicas, para que as mulheres sejam mais valorizadas nos seus ambientes, principalmente no âmbito econômico, salário igualitários e mais respeito e que essas leis saiam do papel e a prática se sobressaia. Acreditamos que a mulher tem o poder para mudar não só a política, assim como movimentos dentro da sociedade sem a necessidade de ser presidente, pois tem senso crítico e se coloca na posição do outro e luta quando abraça uma causa.
2º ENCONTRO

São muitas as expectativas para o 2º Encontro do Chá Pedagógico . No dia 06/10/2007, excepcionalmente às 8:30 da manhã nos reuniremos para discutirmos sobre Políticas Públicas para Mulheres com a nossa convidada Terezinha Barros.
Terezinha é da Secretaria de Política Pública para a Mulher do município de Lauro de Freitas.
As inscrições estão sendo feitas na Secretaria da FAMA.
Contamos com vocês para nosso bate-papo!
PRÓXIMOS ENCONTROS
06/10/07 – (sábado)
Políticas Públicas para Mulheres - Terezinha Barros
Horário: Das 10:00 às 11:30 horas Local: Sala de Vídeo da FAMA
11/11/07 - (sábado)
A importância da leitura - Ednara Conceição
Horário: Das 10:00 às 11:30 horas Local: Sala de Vídeo da FAMA
Políticas Públicas para Mulheres - Terezinha Barros
Horário: Das 10:00 às 11:30 horas Local: Sala de Vídeo da FAMA
11/11/07 - (sábado)
A importância da leitura - Ednara Conceição
Horário: Das 10:00 às 11:30 horas Local: Sala de Vídeo da FAMA
ACONTECEU!
O 1º encontro aconteceu na Sala de Vídeo da Faculdade Montessoriano de Salvador, no dia 15 de setembro de 2007 (sábado) às 10:00 horas da manhã. Compareceram 19 pessoas que participaram das atividades propostas.
Dinâmica das palavras:
O grupo dispôs-se em círculo, foram espalhadas fichas no chão com as palavras: Motivação, criatividade, trabalho de equipe, persistência, harmonia, autonomia, expectativa, disciplina, confiança, determinação e aprendizado.
Cada componente do grupo disse seu nome, escolheu uma ficha e explicou porque a escolheu.
Correio Pedagógico
Cada participante do grupo recebeu um papel e uma caneta onde escreveram suas expectativas ao ingressar no grupo de estudo. Após, foram recolhidas para que fossem lidas para todos. As expectativas foram pontos de reflexão.
Apresentação do Projeto Chá Pedagógico.
Anjo Pedagógico
Cada componente do grupo recebeu um bastão de massa de modelar e fez a figura que representva algo importante na sua vida. Quando todos terminaram escolheram uma pessoa do grupo para trocar de figura com a recomendação de que a partir daquele dia seria o anjo incentivador da colega nos estudo, assim como na vida.
Após as dinâmicas e conversações degustamos um delicioso chá com salgados e biscoitos.
Dinâmica das palavras:
O grupo dispôs-se em círculo, foram espalhadas fichas no chão com as palavras: Motivação, criatividade, trabalho de equipe, persistência, harmonia, autonomia, expectativa, disciplina, confiança, determinação e aprendizado.
Cada componente do grupo disse seu nome, escolheu uma ficha e explicou porque a escolheu.
Correio Pedagógico
Cada participante do grupo recebeu um papel e uma caneta onde escreveram suas expectativas ao ingressar no grupo de estudo. Após, foram recolhidas para que fossem lidas para todos. As expectativas foram pontos de reflexão.
Apresentação do Projeto Chá Pedagógico.
Anjo Pedagógico
Cada componente do grupo recebeu um bastão de massa de modelar e fez a figura que representva algo importante na sua vida. Quando todos terminaram escolheram uma pessoa do grupo para trocar de figura com a recomendação de que a partir daquele dia seria o anjo incentivador da colega nos estudo, assim como na vida.
Após as dinâmicas e conversações degustamos um delicioso chá com salgados e biscoitos.
CREIO
Gilberto Scarton
CREIO que a função principal da escola é a de desenvolver ao máximo a competência da leitura e da escrita em seus alunos.
CREIO na leitura, porque ler é conhecer - o que aumenta consideravelmente o leque de entendimento, de opção e de decisão das pessoas em geral.
CREIO na leitura como uma reação ao texto, levando o leitor a concordar e a discordar, a decidir sobre a veracidade ou a distorção dos fatos, desmantelando estratégias verbais e fazendo a crítica dos discursos - atitudes essenciais ao estado de vigilância e lucidez de qualquer cidadão.
CREIO na escrita como instrumento de luta pessoal e social, com que o cidadão adquire um novo conceito de ação na sociedade.
CREIO que, quando as pessoas não sabem ler e escrever adequadamente, surgem homens decididos a LER e ESCREVER por elas e para elas.
CREIO que nossas possibilidades de progresso são determinadas e limitadas por nossa competência em leitura e escrita.
CREIO, por isso, que a linguagem constitui a ponte ou o arame farpado mais poderoso para dar passagem ou bloquear o acesso ao poder.
CREIO que o homem é um ser de linguagem, um animal semiológico, com capacidade inata para aprender e dominar sistemas de comunicação.
CREIO, assim, que a linguagem é um DOM, mas um DOM de TODOS, pois o poder de linguagem é apanágio da espécie humana.
CREIO que o educando pode crescer, desenvolver-se e firmar-se lingüisticamente, liberando seus poderes de linguagem, através da simples exposição a bons textos.
CREIO, por isso, em M. Quintana, que afirmou: "Aprendi a escrever lendo, da mesma forma que se aprende a falar ouvindo, naturalmente."
CREIO, pois, no aluno que se ensina, no aluno como um auto/mestre, num processo de auto-ensino.
CREIO que o ato de escrever é, primeiro e antes de tudo, fruto do desejo de nos multiplicarmos, de nos transcendermos, e mesmo de nos imortalizarmos através de nossas palavras.
CREIO, juntamente com quem escreveu aos coríntios, que a um o Espírito dá a palavra de sabedoria; a outro, a palavra de ciência segundo o mesmo Espírito; a outro, o mesmo Espírito dá a fé; a outro, ainda, o único e mesmo Espírito concede o dom das curas; a outro o poder de fazer milagres; a outro, a profecia; a outro, ainda, o dom de as interpretar.
CREIO que a ti te foi dado o poder da PALAVRA.
CREIO, por isso, na tua paixão pela palavra. Para anunciar esperanças. Para denunciar injustiças. Para in(en)formar o mundo com a-vida-toda-linguagem.
PORTANTO, vem! Levanta tua voz em meio às desfigurações da existência, da sociedade: tu tens a palavra. A tua palavra. Tua voz. E tua vez.
CREIO que a função principal da escola é a de desenvolver ao máximo a competência da leitura e da escrita em seus alunos.
CREIO na leitura, porque ler é conhecer - o que aumenta consideravelmente o leque de entendimento, de opção e de decisão das pessoas em geral.
CREIO na leitura como uma reação ao texto, levando o leitor a concordar e a discordar, a decidir sobre a veracidade ou a distorção dos fatos, desmantelando estratégias verbais e fazendo a crítica dos discursos - atitudes essenciais ao estado de vigilância e lucidez de qualquer cidadão.
CREIO na escrita como instrumento de luta pessoal e social, com que o cidadão adquire um novo conceito de ação na sociedade.
CREIO que, quando as pessoas não sabem ler e escrever adequadamente, surgem homens decididos a LER e ESCREVER por elas e para elas.
CREIO que nossas possibilidades de progresso são determinadas e limitadas por nossa competência em leitura e escrita.
CREIO, por isso, que a linguagem constitui a ponte ou o arame farpado mais poderoso para dar passagem ou bloquear o acesso ao poder.
CREIO que o homem é um ser de linguagem, um animal semiológico, com capacidade inata para aprender e dominar sistemas de comunicação.
CREIO, assim, que a linguagem é um DOM, mas um DOM de TODOS, pois o poder de linguagem é apanágio da espécie humana.
CREIO que o educando pode crescer, desenvolver-se e firmar-se lingüisticamente, liberando seus poderes de linguagem, através da simples exposição a bons textos.
CREIO, por isso, em M. Quintana, que afirmou: "Aprendi a escrever lendo, da mesma forma que se aprende a falar ouvindo, naturalmente."
CREIO, pois, no aluno que se ensina, no aluno como um auto/mestre, num processo de auto-ensino.
CREIO que o ato de escrever é, primeiro e antes de tudo, fruto do desejo de nos multiplicarmos, de nos transcendermos, e mesmo de nos imortalizarmos através de nossas palavras.
CREIO, juntamente com quem escreveu aos coríntios, que a um o Espírito dá a palavra de sabedoria; a outro, a palavra de ciência segundo o mesmo Espírito; a outro, o mesmo Espírito dá a fé; a outro, ainda, o único e mesmo Espírito concede o dom das curas; a outro o poder de fazer milagres; a outro, a profecia; a outro, ainda, o dom de as interpretar.
CREIO que a ti te foi dado o poder da PALAVRA.
CREIO, por isso, na tua paixão pela palavra. Para anunciar esperanças. Para denunciar injustiças. Para in(en)formar o mundo com a-vida-toda-linguagem.
PORTANTO, vem! Levanta tua voz em meio às desfigurações da existência, da sociedade: tu tens a palavra. A tua palavra. Tua voz. E tua vez.
EXPECTATIVAS PARA O CHÁ PEDAGÓGICO
“Espero que seja... dinâmico e interativo.”
“O Chá deve acontecer ao final de cada mês. Deve haver um calendário já formado com todas as datas.
Trazer sempre para o grupo qualquer “rusga” que venha a existir para que não comprometa os nossos trabalhos.”
"Acredito que a partir do Chá teremos vários teóricos da mudança educacional."
"Espero que através destes encontros, eu possa ter mais facilidade de expressar a minha oralidade."
"A educação é o caminho, vamos construir um mundo melhor a partir de nós mesmos. Temos que continuar este projeto, parabéns!"
"Que o Chá seja um sucesso em todas as áreas."
"A troca e o construir de conhecimentos. Na expectativa de analisar e desenvolver melhor os conteúdos abordados."
"Conhecimento no âmbito geral."
"Eu gosto muito de estudar. Eu achei o Chá Pedagógico bom". Victória – 5ª série
"Aprender com o grupo. Compartilhar uns com os outros as nossas experiências."
"A constituição de um grupo harmonioso, persistente, criativo, comprometido par construir conhecimentos a partir da troca."
"Minha expectativa é de que se possa fomentar uma postura autônoma, na busca do conhecimento. Que se possa criar, deliberar... viagens que conduzam à superação, e o encontro com a pedagogia e consigo mesmo." Adriana Pinheiro
"Harmonia."
"Espero que seja um sucesso!"
"Que esses encontros nos proporcionem além da integração uma troca de aprendizagem."
"Conhecimento,
Descoberta.
Troca,
Companheirismo."
"Minhas expectativas: aprendizado, crescimento e prazer."
"Meu objetivo é buscar novos conhecimentos..."
"Integração,
Troca."
"Minha expectativa é que as palavras celadas sejam realmente praticadas e que as idéias não podem parar."
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